Pokémon: Detetive Pikachu | Crítica

Incrivelmente fofo, inteligente e sim, a melhor adaptação do mundo dos games, animes para a telona, Pokémon: Detetive Pikachu, da Warner Bros., Legendary Pictures e The Pokémon Company é o live-action dos sonhos, e sem sombra de dúvidas, o amante da franquia não apenas irá curtir, como viver o nostálgico e continuar a amar essas criaturinhas que tem cheiro de infância.

Quantas adaptações desse segmento não fracassaram? Quer começar a conversa, porque não revisitar o filme “Super Mario Bros.” de 1993? Caótico, não?! Ou quem sabe, uma mais recente, “Warcraft – O Primeiro Encontro de Dois Mundos” de 2016? No mínimo, estranho. Deixando esses e muitos outros filmes de lado, pois sabe-se que há boas exceções, falemos, desse que estreou na semana passada, pra ser exato, no dia 9 de Maio, de maneira despretensiosa, sem muitos alardes, o público geral, ainda respirando Vingadores: Ultimato [Veja a nossa Crítica] e talvez um filme, ainda repleto de preconceitos pelos acadêmicos e com a franquia em si.

Em Pokémon: Detetive Pikachu, você é levado a um universo completamente estabelecido, incrível e quiçá, perfeito. Por vezes, nos forçam a enxergar esse mundo, mais o longa de maneira quase que sutil e inteligente nos faz viver algo, como se de fato existisse, sabe?! Ficou confuso, não? Deixa eu te explicar melhor, Detetive Pikachu nos leva ao mundo Pokémon com se ele existisse, sem apresentar o novo, apenas o que é a franquia, traz a memória dos amantes dela gestos, palavras, expressões tão presentes no anime, é como se uma extensão dele, fosse. Imbuídos por um ótimo e dinâmico roteiro, de sábia tomadas de decisão e direção espetacular de Rob Letterman, Pokémon: Detetive Pikachu extrapola, supera todas as expectativas.

Pokémon: Detetive Pikachu /Warner Bros./Legendary Pictures/The Pokemon Company – Reprodução

A nossa história começa com um caso pra lá de intrigante, o sumiço/morte do detetive e pai de nosso protagonista, Tim Goodman (Justice Smith) – que por sinal, foi muito bem no longa – levando a crer que tal mistério tenha sido ocasionado pelo Pokémon Mewtwo – Aquele mesmo da animação “Pokémon: O filme” de 1998, o que de cara é tratado sim, com um ótimo easter egg’s. Obviamente, solucionar o caso não será nada fácil, afinal, forças muito maiores, poderosas estão por trás dessa intensa caça, entre “cão e gato”, e esse tom investigativo se mantém até o final.

Repleto de reviravoltas, Pokémon: Detetive Pikachu é comprometido com o seu público, com o seu fã e com o cinéfilo de plantão. A relação entre Tim e o Pikachu (Ryan Reynolds) é muito fofa, e de uma ótima sacada, a química foi perfeita. As formas como as criaturinhas foram trazidas em live-action é outro ponto positivo, afinal, foram ideais, e olhe que o trabalho de CGI não foi nada fácil, tiveram que trazer a existência mais de sessenta Pokémons diferentes no filme [Saiba Mais]. Até nosso vilão, do qual não irei dá spoilers, foi uma escolha de extrema sensatez, maturidade textual e licença poética.

Pokémon: Detetive Pikachu da Warner Bros./Legendary Pictures/The Pokemon Company – Reprodução

Sinceramente, quem for ao cinema não terá sensação negativa alguma, apenas um mix de sentimentos surreais em algo tão simples que é o filme. Não apenas recomendo, mas apostaria que esse longa pode sim revolucionar a forma como vemos as futuras adaptações de games, animes num futuro próximo. Se não havia espaço, Pokémon: Detetive Pikachu o encontrou, criando, fomentando novas possibilidades, levando o amante da franquia a um patamar inimaginável. Com um roteiro redondinho, sem haver erros grotescos, e de intensa sensação de que o possível está nos diálogos, no “café espresso”, no que já existe, Pokémon: Detetive Pikachu deverá capturar o seu coração.

Classificação:

Pokémon: Detetive Pikachu chegou no dia 09 de Maio aos cinemas.

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