Alien/20th Century Studios/Disney - Reprodução

Em fase de pré-produção, o diretor e roteirista Noah Hawley (“Legion”) falou sobre a série encomendada pela Star+, Alien. O programa será apresentado numa outra esfera dos filmes clássicos, na Terra “futura”. Com um proposta já inserida no segundo longa, quando Ellen Ripley (Sigourney Weaver) avaliou bem que os Xenomorfos não sejam os únicos monstros no universo, os homens também.

É ambientado na Terra do futuro. Neste momento, eu descrevo isso como Edison contra Westinghouse contra Tesla“, explicou Hawley à Esquire [via CB]. “Alguém vai monopolizar a eletricidade. Só não sabemos quem é… No cinema, temos essa Weyland-Yutani Corporation, que claramente também está desenvolvendo inteligência artificial – mas e se houver outras empresas tentando olhar na imortalidade de uma maneira diferente, com aprimoramentos de ciborgue ou downloads transumanos? Qual dessas tecnologias podemos acompanhar?

Ele acrescentou: “Alien é uma história fascinante porque não é apenas um filme de monstro; é sobre como estamos presos entre o passado primordial e a inteligência artificial de nosso futuro, onde ambos tentam nos matar… Como Sigourney Weaver disse em aquele segundo filme, ‘Eu não sei qual espécie é pior. Pelo menos eles não se fodem por uma porcentagem.’ Tematicamente, tem que ser interessante. É surreal poder brincar com a iconografia deste mundo.”

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Independentemente das especificidades da narrativa, já foi criado no público uma boa receptividade quanto ao novo projeto Alien que ainda não possui previsão de lançamento pela Star+.

By Amauri Alves

Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante (...) Do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo