A Maldição da Residência Hill – 1ª Temporada | Crítica

Sem sombras de dúvidas o melhor seriado de terror que já vi na Netflix.

Original da nossa querida Netflix e baseada no livro “A Assombração da Casa da Colina“, escrito por Shirley Jackson (que até emprestou seu nome a uma das personagens) e publicado em 1953, a série conta a história da família Crain, que se mudou pra uma mansão antiga com o intuito de reformá-la e posteriormente vendê-la, obtendo um grande lucro.

Hugh Crain, o patriarca da família, que é interpretado por Henry Thomas (no passado) e Timothy Hutton (no presente), e Olivia Crain (Carla Gugino) são pais de 5 filhos: Steven “Steve” Crain (Paxton Singleton/Michiel Huisman), Shirley “Shirl” Crain (Lulu Wilson/Elizabeth Reaser), Theodora “Theo” Crain (McKenna Grace/Kate Siegel), Luke Crain (Julian Hilliard/Oliver Jackson-Cohen) e Eleanor “Nell” Crain (Violet McGraw/Victoria Pedretti).

A série começa nos introduzindo os personagens e a ideia da temporalidade a qual teremos que nos adaptar: uma hora acompanhamos a família no passado (dentro da Residência Hill) e quando menos esperamos estamos de volta ao presente onde não sabemos ao certo o que de fato aconteceu na casa. Os primeiros episódios são voltados aos personagens dos filhos em ordem de idade, acompanhamos Steve no primeiro e no quinto episódio acompanhamos Nell, sempre indo e vindo no tempo. É interessante ver o que aconteceu às crianças na residência Hill e no que elas se tornaram depois.

Família Crain na Residência Hill – Reprodução

O episódio 6 é incrível devido às sequências de planos contínuos (cenas sem cortes) que a equipe fez. Foram 5 tomadas apenas para um episódio de 56 minutos, sendo a maior cena de plano contínuo de 17 minutos de duração!!! Algo que deve ter sido dificílimo de ser feito, ainda mais por termos crianças em algumas dessas tomadas, pois envolveram todos os personagens. É preciso muito ensaio não só dos atores, mas também de toda a equipe que fica por traz das câmeras pra fazer algo do tipo, um erro só e a cena tem que começar a ser rodada do início.

Os 5 filhos Crain já adultos – Reprodução

O elenco é grande, como podemos ver, pois só para os personagens principais foram necessários 13 atores para interpretá-los em momentos distintos da trama. E as atuações não deixaram a desejar, inclusive as dos atores mirins (talvez o Jullian – o pequeno Luke – tenha tido o desempenho um pouco abaixo, mas ele é fofo e a gente releva).

Com direção de Mike Flanagan (Hush a Morte Ouve e Ouija: A Origem do Mal), o suspense e o drama muitas vezes se fazem mais presentes que o terror em si, mas ainda assim nos deixa aguardando o próximo susto, do próximo momento aterrorizante.

Recomendo que vocês assistam com toda atenção, para que não deixem passar nada, pois muitas coisas aparecem quase que como mensagem subliminar, uma estátua que aparece olhando pra um lado e depois pro outro, ou alguma aparição que surge entre relâmpagos podem acabar passando desapercebidos à quem estiver desatento.

Classificação: 

O trailer tá aqui embaixo pra vocês sentirem o que lhes aguardam.

 

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Por Humberto Gondim

 

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