Jumanji – Próxima Fase (2019) | Crítica

Respeitando a premissa estabelecida, explorando a versatilidade, a insensatez da obra homônima escrita e ilustrada por Chris Van Allsburg (1982) e optando pela maneira simples e ‘cafona’ de ser, chegará amanhã (16), aos cinemas brasileiros, Jumanji 2 da Sony Pictures. Confira prévia:

Você, caro leitor, não pode esperar de Jumanji – Próxima Fase uma ciência exata, psicodélica, um filme ‘classificável’ para a Academia, ou uma trama reflexiva, repleta de meandros, fluxos e contra fluxos, um longa que descreva a nossa humanidade. A proposta do filme é clara: Vestir a aventura, buscar o entretenimento, a diversão, associada ao Dwayne – The Rock – Johnson, que notoriamente quebra tudo. E nisso, o filme de Jake Kasdan (Professora sem Classe, Sex Tape, Jumanji: Bem-vindo à Selva) acerta! Portanto, ponto para a trama.

A nossa história começa com um inconformado Spencer (Alex Wolff), que se vê numa cidade diferente de tudo que está acostumado, longe dos amigos e do seu amor, Martha (Morgan Turner) – Por esse nome, super-heróis resolveram tretas, imagina se o Spencer não faria loucuras?! E foi o que fez. Buscando se encontrar, resolveu ‘passear’ em Jumanji, o que consecutivamente, levou seus amigos e avô Eddie (Danny DeVito) para lá. Sim!!! Se você achou a motivação banal, junte-se ao clube, mas desprenda-se e respire fundo, afinal, o filme é puro entretenimento.

Logo, nossos queridos avatar’s – Dr. Smolder Bravestone (The Rock), a assassina Ruby Roundhouse (Karen Gillan), o Zoólogo Moose Finbar (Kevin Hart) e Professor Shelly Oberon (Jack Black) – regressarão. Além de encontrar Spencer nessa nova empreitada, o desafio é sair vivo do jogo e para isso, terão que também derrotar o temido e brutal Jurgen (Rory McCann).

Apesar de possuir alguns furos, o roteiro de Kasdan, Scott Rosenberg e Jeff Pinkner é ligeiramente bem costurado (resguardando as devidas proporções), existe uma coesão dentro da incoerência que Jumanji. O desnecessário não entra em jogo quando a linguagem é super-didática para o público alvo da trama: Infanto-Juvenil. Apesar de que você adulto, também pode se divertir assistindo Jumanji. E por falar nesse quesito, boa parte das piadas foram bem digeridas, outras não, ficando fora do tom ideal.

Jumanji – Próxima Fase respeita o seu público, traz uma nova aventura, riscos maiores que o primeiro [Bem-vindo à Selva] e certamente é uma franquia deliciosa de se acompanhar. Principalmente pela configuração do quarteto mágico de atores que assumem o protagonismo. A química entre Rock, Gillan, Hart e Black é palpável, tornando-se o destaque da trama. Envoltos numa trilha sonora muito legal, cenas de ação de tirar o chapéu e de belo CGI, Jumanji – Próxima Fase será um sucesso nesse restinho de férias, como foi mundialmente.

Obs.: O filme possui uma cena pós-créditos que é de arrepiar.

Classificação:

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Jumanji – Próxima Fase chega amanhã (16) aos cinemas.

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