Mulher Maravilha: Linhagem de Sangue | Crítica

Chegará em Outubro, mais precisamente no dia 22, uma novíssima animação da Warner Animation Group baseada nos quadrinhos da DC Comics, Mulher Maravilha: Linhagem de Sangue [veja o trailer]. Integrando o mesmo universo de filmes animados recentemente contados pelo estúdio, como Liga da Justiça: Guerra, Liga da Justiça: Ponto de Ignição, A Morte do Superman, O Reino do do Superman, dentre outras produções. Dessa vez, há uma preocupação de contar a história da Princesa Diana ainda como prelúdio e presente misturados, na perspectiva de aparar arestas.

Claramente a animação busca um diálogo com a atual saga dos quadrinhos, Novos 52. Mulher Maravilha: Linhagem de Sangue revisita momentos importantes na vida de Diana, inserindo adversários canônicos, mitológicos a trama. A nossa história começa ainda em Themyscera, com a chegada de Steve Trevor a ilha, e uma guerra iminente entre homens e Darkseid fará a princesa se rebelar contra as leis vigentes daquela intocável civilização. Obviamente, essa tomada de decisão será recontada, e tratada durante o longa, agindo como um dos indicadores do caráter de Diana. Com o passar do tempo, a nossa querida princesa também se envolverá em episódios que passam pela busca de agentes externos, vilões que desejam encontrar Themyscera e seus tesouros escondidos, explorar a ilha com reais possibilidades de destruí-la, o que fará a nossa super-heroína tentar encontrar a sua casa e evitar algo pior.

Apesar do dinamismo presente no roteiro, algumas coisas são apresentas sem conectivos adequados, atropeladas mesmo, deixando Mulher Maravilha: Linhagem de Sangue um pouco perdido, e sem o tom ideal para animações costumeiramente boas da WAG, em associação com a DC. Entretanto, existe sim muita boa vontade em fazer a animação dar certo, o que certamente tenta trazer um equilíbrio necessário à trama, principalmente, quando o tema do empoderamento feminino é evidenciado. A escolha em trazer vilãs femininas importantes, como a Mulher-Leopardo, Doutora Veneno, Giganta, Cyber, Cisne de Prata e a Medusa é assertiva, mas não aconteceu da maneira ideal, pois não fora o suficiente para ocasionar uma grande missão à princesa de Themyscera, ou seja, muitas ideias, e pouca densidade.

Notadamente, algumas mudanças foram feitas em nossa heroína durante essas novas animações, e a DC tentou usar Mulher Maravilha: Linhagem de Sangue para fazer algumas dessas mudanças, principalmente o visual, que era duramente criticada por fãs das HQ’s. Um exemplo disso é a devolução do uniforme clássico no desenrolar de nossa história. O que de fato, classifico como o uso do bom senso pelos escritores do longa.

Dirigido por Justin Copeland e Sam Liu (Reino do Superman e A Piada Mortal) o filme não explora perfeitamente uma das integrantes da chamada “trindade heroica da DC”, pois perde tempo tentando solucionar erros pretéritos das atuais sagas. Com uma boa qualidade técnica e ilustrativa que é característico do estúdio, Mulher Maravilha: Linhagem de Sangue chegará nos diversos formatos digitais, porém sem grandes pompas, mas também sem enormes traumas, no limite invisível do relativamente “bom”.

Ahhh!!! Vale salientar que a batalha final é incrível, o que de certo modo, compensa alguns erros.

Classificação

Mulher Maravilha: Linhagem de Sangue chega aos formatos digitais no dia 22 de Outubro.

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