O Grito: Origens – 1ª Temporada (2020) | Crítica

A série da Netflix, O Grito: Origens, é baseada na história de uma casa amaldiçoada baseada em uma maldição folclórica do Japão, que começou a ser retratada no mundo do entretenimento em 1998. A lenda urbana conta a história de uma jovem chamada Kayako, que, após passar a adolescência sendo “a esquisita” e solitária, se casou e teve um filho chamado Toshiro. Mas isso nós vimos nos filmes. A série nos mostra coisas que aconteceram antes mesmo de Kayako e Toshiro abitarem nessa casa.

Um escritor de histórias de terror, Yasuo Odajina (Yoshiyoshi Arakawa), que investiga fenômenos paranormais e tem um interesse particular acerca dos relatos de uma jovem Kiyomi (Yuina Kuroshima) que alega ter ouvido, em  sua antiga casa,  passos e sussurros inquietantes, e que a perseguem onde quer que vá. Sem spoilers, acho que isso é o que dá pra contar como sinopse da série. Veja o trailer:

Com cenas bem chocantes de violências (e não só sobrenaturais), mas nem tão aterrorizantes assim, o filme se mostra bastante confuso (e posteriormente acabei descobrindo que essa confusão era proposital), pois personagens e épocas distintas vão sendo apresentados de forma que as vezes nem percebemos mais o que estamos vendo.

A série, em sua primeira temporada, possui apenas seis episódios de aproximadamente 30 minutos cada, o que torna mais rápido de assistir. Mas nada que empolgue o suficiente, nenhum susto, assombração, espírito que nos deixe assombrados… Como dito antes as cenas chocam bem mais pela exposição de violências caudadas pelos humanos vivos mesmo.

O Grito: Origens/Netflix – Reprodução

Quem conhece a franquia e acompanhou os filmes pode assistir tranquilamente e quem não acompanhou consegue acompanhar da mesma forma, uma vez que se passa antes dos acontecimentos do primeiro filme.

Com o roteiro elaborado por Takashige Ichise e Hiroshi Takahashi e dirigido por Shô Miyake a série pode ser encontrada no catálogo da Netflix para quem quiser conferir e tirar sua própria opinião.

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