Toy Story 4 | Crítica

Amigo estou aqui, amigo estou aqui…

Na década de 90 ganhamos as primeiras animações advindas da computação gráfica, numa delas surgira o despretensioso Toy Story da Pixar Animation. Não sabíamos o quanto aquele filme iria revolucionar o universo cinematográfica, bem como as nossas vidas, o nosso eu, principalmente a forma de encarar a amizade com os nossos companheiros de infância, os nossos brinquedos.

Chegamos ao quarto capitulo da franquia Toy Story, que estreou no dia 20 de Junho, e apesar de sempre as histórias de Woody, Buzz e amigos nos emocionar, criamos internamente um preconceito que os filmes apenas podem chegar a no máximo três jornadas, após isso, eles tendem a se perderem em suas próprias fraquezas, desconstruindo personagens que aprendemos a amar. E nesse sentimento, não criamos muitas expectativas sobre Toy Story 4, apesar do estúdio sugerir uma jornada emocional neste quarto filme [Saiba Mais]. E francamente, acertaram.

Toy Story 4 chegou e ocupou o espaço que sempre foi seu, o de maior franquia entre as animações, expandindo o sentimento de amizade, maturidade e amor que lhe é tão peculiar. Nessa nova história, Bonie enfrentará pela primeira vez, o jardim de infância, e em seu mundo particular, um brinquedo feito por ela irá ajudar as dificuldades de adaptação tão inerentes ao processo de amadurecimento e Woody, o nosso querido cowboy xerife, tem essa compreensão, fazendo de tudo para não perder o novo integrante da família Toy Story, o garfinho, adorador de lixo.

É bem verdade que o trabalho não será nada fácil, pois o novo colega ainda está aprendendo a conviver em nosso mundo. E nessa nova aventura uma viagem poderá mudar o destino de nossos brinquedos preferidos, repleto de reencontros, viradas emocionais, momentos cômicos perfeitos, o drama no tom certo, Toy Story 4 da Pixar Animation e Disney alcançam o infinito e além em nossos corações.

A nossa história foi muito bem contada, ensinando aos amantes do cinema, como um enredo deve se comportar. Toy Story 4 atravessou todas as fases de uma boa história de maneira perfeita: desenvolvendo relações, estabelecendo ideias, concluindo arcos. Portanto, o melhor de nosso filme ficou a cargo do roteiro da animação, que teve os cuidados de Rashida Jones, Andrew Stanton, Will McCormack e Stephany Folsom. E senhores, confesso a vocês que apesar de estarmos apenas na metade do ano, não duvido que estamos diante do virtual vencedor do Oscar de melhor animação no ano de 2020. E não só pelo belo roteiro, mas pelo conjunto da obra.

Com traços tão característicos da franquia, boa trilha sonora (composta por Randy Newman), Toy Story 4 emociona, aprofunda relações e ainda consegue apresentar o novo, com um final surpreendente, mas pertinente. Nos faz revisitar a construção das personalidades de nossos personagens brinquedos, que tomam decisões maduras e perfeitas. Numa trama onde não há vilões, apenas brinquedos sob os cuidados das crianças, ou não, quem sabe até “perdidos” podem se encontrar. Com uma direção de Josh Cooley, Toy Stoy 4 chegou aos cinemas e emocionará a você, amante da franquia, na medida certa, nos fazendo pedir por mais daquela animação.

Classificação: 

Toy Stoy 4 chegou no dia 20 de Junho aos cinemas.

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