Um Passado de Presente (2019) | Crítica

Encontra-se no catálogo da Netflix o filme Um Passado de Presente, com uma ideia nada revolucionária, mas ótima química entre os protagonistas, o longa nos faz acreditar que durante o período natalino, devemos estar abertos para “improváveis” e surpreendentes relações amorosas, mesmo atemporais [Veja o trailer].

Respaldado por tramas anteriores, mas apresentando contornos minimamente diferente, Um Passado de Presente não apresenta novidade alguma para os espectadores do streaming de plantão. Entretanto, a relação levemente açucarada faz você gostar da trama. Com atuações “fofas” de seus protagonistas – Vanessa Hudgens e Josh Whitehouse – o filme é transcrito como algo superficial, mas divertido.

Sir Cole (Josh Whitehouse), cavaleiro britânico presente no séc. XIV é transportado de maneira mágica para os dias atuais, na perspectiva de cumprir uma missão “desconhecida” até a noite da véspera do Natal.

Nessa loucura, ele é abraçado pela professora amorosamente amargurada Brooke (Vanessa Hudgens), após um acidente veicular que ela “jura” ocasionado a ele. Para torna-la ainda mais culpada, os médicos afirmam que ele havia perdido a memória momentaneamente, fazendo-o delirar sobre pertencer ao passado. Essa doce e hilária relação irá crescer exponencialmente, quadro à quadro, cena à cena até ele entender o verdadeiro significado de sua missão, num mundo e tempo diferentes do seu.

Através do roteiro de Cara J. Russell, observa-se um arco simples e de personagens coadjuvantes meramente vazios, em outros momentos desnecessários. Um Passado de Presente alicerçar-se propositalmente no carisma de seus protagonistas – Vanessa Hudgens e Josh Whitehouse -, em sua boa relação e química, que de certa forma, dá certo, mas não o bastante para tornar o filme em algo inesquecível ou bom, apenas razoável.

De uma fotografia relativamente boa, e simples trilha sonora, Um Passado de Presente nos apresenta algo sem muita inovação, com uma transição e boa dinâmica, enxerga-se, portanto, que dentro das múltiplas escolhas tomadas, algumas foram equivocadas, poderiam ter tomado outros caminhos, mas não tão prejudiciais assim; associados ao trabalho do diretor Monika Mitchell.

Com um pragmatismo “fofo”, Um Passado de Presente revela o sentimento de renovação e esperança tão presente no período natalino, nos fazendo revisitar decisões equivocadas e amores deixados para trás, pela nossa própria inconsistência emocional. Se vale a pena assistir? Digamos que sim, desde que você vá sem preocupação e responsabilidade alguma para ver. Apenas, se divertir, se entreter.

Classificação:

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Um Passado de Presente chegou a Netflix no dia 21 de Novembro, e encontra-se no catálogo do streaming.

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